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26 de ago de 2009

Quem Deve Crescer? Quem Deve Diminuir?

É muito importante que a igreja leia isto! Precisamos prestar atenção.


Quem Deve Crescer? Quem Deve Diminuir?

"É necessário que ele cresça e que eu diminua" (João 3:30).

Eu sinto muito prazer, tu sabes, Senhor, em servi-lo com
visível fervor. Tu sabes como eu falo com empolgação em um
clube de mulheres. Conheces meu entusiasmo quando participo
de uma reunião de estudo bíblico. Mas, como eu reagiria, eu
me pergunto, se Tu me mostrasses uma bacia com água e me
pedisse para lavar os pés e calos de uma mulher velha,
encurvada e cheia de rugas, dia após dia, mês após mês, em
um quarto onde ninguém me visse e nem mesmo soubesse do que
estava fazendo?" (Ruth Calkin)

Que expectativas temos quando servimos a Deus? O que
esperamos em troca? Qual a recompensa almejada? O nosso
propósito é mostrar a grande alegria e gratidão pelas
incontáveis bênçãos recebidas ou demonstrar o quanto nossa
capacidade e dons podem ser usados no serviço do Senhor?

Muitas vezes ficamos irrequietos até que chegue a nossa
oportunidade de orar na igreja. Queremos provar que somos
emotivos, que as lágrimas rolarão em nossos rostos, que as
palavras de nossa oração serão bonitas e penetrantes, que
sabemos realmente falar com o Pai. Queremos estar no grupo
de louvor para mostrar o quanto nossa voz é afinada e o
quanto podemos emocionar toda a igreja com o nosso canto.
Queremos responder às perguntas no estudo bíblico para que
todos comprovem o quanto conhecemos a Bíblia. Somos fortes
diante dos refletores, mas, como somos, verdadeiramente,
quando as luzes se apagam?

O verdadeiro cristão é aquele que desaparece para o Senhor
aparecer. É aquele que trabalha em amor e em silêncio para a
conquista dos demais. É aquele que compreende que sem Cristo
nada pode fazer.

A obra é de Deus -- somos apenas trabalhadores. A seara é do
Senhor -- somos apenas semeadores. A glória é de Cristo --
somos apenas bem-aventurados em poder estar à Sua
disposição.

Você procura crescer quando serve ao Senhor ou ocupa o seu
legítimo lugar?

22 de ago de 2009

Poema da Escola Biblíca!


Há uma Escola bendita
Onde se aprende a verdade,
Traz a mensagem inaudita
Da graça e da liberdade.

Nesta Escola conhecemos

O que fizeram os heróis,

Cujas vidas bem sabemos

São para nós qual faróis.

Vidas como a de Sansão,

De Moisés e de Josué,

Que nos falam ao coração

E nos incitam à fé.

Uma história tão bonita

É a do jovem Daniel,

De Ruth, a moabita

E do justo irmão Abel.

Também temos a história

Do puro e manso José,

Cujo exemplo, na memória,

Nos mantém sempre em pé.
Uma vida bem formada,
Sempre nela se advinha

De Dorcas, a bem-amada

E de Ester, a rainha.

Vidas assim consagradas
Para a Deus Pai servir.
Muitas mais nos são mostradas,
São exemplos a seguir.
Nesta Escola assim se aprende
A Jesus a gente amar,
Quem não vem se arrepende,
A Deus não vai agradar.
Esta Escola benfazeja,
De valor tão sem igual,
Vive aqui bem nesta Igreja,
É a Escola Dominical!

PARA COLORIR, e insentivando e ensinando as crianças a orar


Ensinando as crianças a orar!

Vai ajudar bastante!

7 de ago de 2009

O menino e o Barquinho


Esta história eu contei em julho na aula e antes de contar pedi para as crianças fazerem barquinhos de papel.





Era uma vez um menino chamado Toninho.

Toninho morava perto de um rio, e por isso, gostava muito de barcos.

Ele sempre fazia barquinhos de papeis, mas eles acabavam se desmanchando na água.

Um dia, enquanto caminhava pelas ruas da pequena cidade onde morava, ele viu na vitrine da loja, um barco bem bonito, do jeitinho que ele queria.

Toninho entrou na loja e perguntou o preço do barco ao dono da loja.

Era um valor muito alto e Toninho não tinha o dinheiro para comprar ao barco.

Saiu muito triste da loja. Foi no caminho que teve uma idéia. Iria construir o seu próprio barco, mas não de papel, como das outras vezes. Agora ele iria construir um barco de madeira.

Por vários dias, Toninho, juntamente com o seu pai, construiu um lindo barco, o qual o término foi pintado com cores alegres.

Os olhos de Toninho brilharam de alegria ao ver o lindo barquinho colorido. Ficara lindo.

Com todo cuidado, Toninho colocou o barco no laguinho, que ficava perto do rio. E ali, brincava alegremente com o seu barquinho.

Um dia, quando Toninho brincava com o seu barco, veio uma forte tempestade levou o barco de Toninho para o rio. Toninho tentou alcançar o barco, mas foi em vão. As águas estavam muito agitadas e levou o barco para longe.

Toninho ficou muito triste. O pai até queria fazer outro barco, mas Toninho queria aquele, porque ele tinha gostado muito dele. Outro barco não seria a mesma coisa.

Toninho ficou a caminhar tristemente pelas ruas da cidade. Quando, de repente ao olhar para uma vitrine de uma loja, viu um barquinho muito parecido com o seu.

Ele entrou na loja e pediu ao vendedor para mostrar o barquinho. Toninho pegou o barquinho nas mãos e examinando-o cuidadosamente e concluiu:

- Esse é o meu barquinho.

O vendedor sorriu para o menino e disse:

- Esse barco pode ser seu garoto, mas tem que pagar o preço dele.

Toninho, entre lágrimas, tentou explicar o ocorrido para o vendedor. Mas, o vendedor disse que para Toninho ter o barco de volta, ele teria que pagar o valor do mesmo, porque aquele barco agora pertencia à loja.

Toninho saiu da loja muito triste, pensando o que fazer para conseguir o seu barco de volta. Decidiu que iria trabalhar muito, até ajuntar o dinheiro e comprar o barco.

E assim Toninho fez. Por vários dias, Toninho trabalhou incessantemente como entregador, limpador de calçadas, etc. Até que um dia, conseguiu ajuntar o dinheiro para comprar o seu barquinho.

Toninho foi apressadamente a loja, com medo de não encontrar o barquinho. Mas... para a sua alegria, o barco ainda estava lá.

Toninho entregou o dinheiro ao vendedor que lhe deu o barco em troca.

Toninho, tomou em seus braços o barquinho dando um suspiro aliviado e disse:

- Meu barquinho querido. Você é meu duas vezes. A primeira vez, porque eu te construí e agora a segunda vez porque eu te comprei.

Essa história é semelhante a nossa vida. E poderíamos dizer que somos como aquele barquinho. Um dia, Deus fez o homem com muito amor e carinho, mas a tempestade (pecado), separou o criador da criatura. Mas... Deus, o criador teve um plano e através de Jesus Cristo, seu filho, Ele pode trazer o homem de volta para os braços do criador.

Muitas pessoas ainda andam longe do criador, mas Deus espera ansiosamente para toma-lo em seus braços amorosos, porque o preço já foi pago através do sangue de Jesus derramado na cruz por causa dos nossos pecados.

AS DEZ BEM-AVENTURANÇAS DA ESCOLA DOMINICAL

1. Bem-aventurado o aluno que não falta a Escola Dominical

2. Bem- aventurado o aluno que está à hora certa, na Escola dominical

3. Bem- aventurado o aluno que traz consigo a sua Bíblia à Escola Dominical.

4. Bem- aventurado o aluno que traz sempre a lição estudada.

5. Bem-aventurado o aluno que pratica o que aprende na Escola Dominical.

6. Bem-aventurado o aluno que dá lição prática na Escola Dominical.

7. Bem-aventurado o aluno que traz outros à Escola Dominical

8. Bem-aventurado o aluno que consagra amor à sua Escola dominical.

9. Bem-aventurado o aluno que contribui com suas ofertas para Escola dominical.

10. Bem-aventurado o aluno que ora com fervor pela Escola Dominical.